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Política

Pronunciamento do Presidente gera reações em autoridades do Estado

Pelo Twitter, governador, prefeito, deputados e senador condenaram pronunciamento de pouco mais de quatro minutos e meio de Bolsonaro

Redação Folha Vitória
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Foto: Reprodução / TV Vitória
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O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, de pouco mais de quatro minutos e meio  gerou repercussões imediatas em autoridades capixabas na noite desta terça-feira (24). O governador do Estado, Renato Casagrande (PSB), reagiu à fala do Presidente minutos depois do pronunciamento. Pelo Twitter, Casagrande disse: 

"Pronunciamento do Pres. Jair Bolsonaro foi desconectado das orientações dos cientistas, da realidade do mundo e das ações do Ministério da Saúde. Confunde a sociedade, atrapalha o trabalho nos Estados e Municípios, menospreza os efeitos da Pandemia. Mostra que estamos sem direção", escreveu Casagrande.

Quem também reagiu logo após o pronunciamento foi o deputado federal Helder Salomão (PT). Pela mesma rede social, Helder disse: "O pronunciamento do Bolsonaro, hoje à noite, foi uma lástima: visão mesquinha, irresponsável e sem nenhuma humanidade. E o pior, ele chama isso de PRONUNCIAMENTO OFICIAL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA".

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O prefeito de Vitória, Luciano Rezende (Cidadania), citou que é preciso se unir na "ciência" para vencer a pandemia. "Como médico, ex-secretário de saúde e prefeito de capital, compartilho... independente da visão política, para vencermos a maior urgência sanitária dos últimos cem anos (olhem o mundo, por favor!) é preciso ter fé e seguirmos unidos a CIÊNCIA, se quisermos vencer essa PANDEMIA!", publicou no Twitter.

O senador Fabiano Contarato (Rede) também usou o Twitter para repercutir o pronunciamento do Presidente. "Bolsonaro, com suas palavras irresponsáveis, demonstra total desprezo por quem pode morrer. Mostra-se pequeno, mesquinho e ganancioso. Só se preocupa com a economia e com os ricos. Não importa quantos inocentes morram", tuitou o senador.

O deputado federal Felipe Rigoni (PSB) disse no Twitter: "É inconcebível que o chefe maior de uma nação venha a público contrariar recomendações dadas por especialistas de todo o mundo, inclusive do próprio Ministério da Saúde, em meio à pandemia que causou milhares de mortes em diferentes países".





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