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Polícia

Roubo de armas: houve falha na vigilância do 6º Batalhão, diz corregedor

O caso aconteceu na madrugada do último domingo (31). Uma sala do local foi arrombada e uma grande quantidade de armas foi levada por criminosos

Redação Folha Vitória
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Uma grande quantidade de armas foi levada do Batalhão Foto: TV Vitória
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O roubo de armas que aconteceu no 6º Batalhão da Polícia Militar, na Serra, já está sendo investigado pela Corregedoria. Em entrevista ao Espírito Santo no Ar, da TV Vitória/Rede Record, nesta segunda-feira (01), o coronel Hilton Borges, corregedor da PM, informou que quem cometeu o crime contou com a omissão de pelo menos um dos integrantes da equipe de vigilância do local.

“Nós já estamos investigando as circunstâncias do furto, mas não podemos revelar detalhes. O fato não teria como ter ocorrido se a vigilância estivesse atenta. O que a gente percebe é que houve, no mínimo, uma omissão dessa equipe. A gente tenta trabalhar também com outras linhas de investigação. Nós não temos notícia de embate, de invasão, não há registros dessas informações. Ou seja, foi alguém que contou, no mínimo, com a omissão de alguém”, destacou.

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O caso aconteceu na madrugada do último domingo (31). Uma sala do local foi arrombada e, segundo informações extraoficiais, uma grande quantidade de armas foi levada. Os criminosos teriam entrado no Batalhão após arrombarem a porta com uso de uma marreta. Durante a manhã de domingo, peritos da Polícia Civil estiveram no local, no entanto, o número correto de armas levadas ainda não foi divulgado. 

Policiais do Batalhão de Missões Especiais (BME), na tentativa de identificarem a autoria do crime, foram ao local auxiliados por cães policiais farejadores, que fizeram buscas dentro do 6º BPM. No entanto, os policiais não conseguiram precisar o número de pessoas que tiveram acesso à sala.

A Polícia Militar informou, por meio de nota, que a Corregedoria já iniciou as investigações sobre o caso, mas não passará detalhes sobre o fato para não atrapalhar o andamento das investigações. O prazo mínimo do setor para apurar as circunstâncias do fato é de 60 dias.

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