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Gabinete da Alemanha aprova missão militar contra o Estado Islâmico na Síria

Estadão Conteudo

Redação Folha Vitória
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Berlim - O gabinete da Alemanha aprovou nesta terça-feira uma missão planejada para combater o Estado Islâmico na Síria, respondendo a apelo do presidente da França, François Hollande, para uma escalada do esforço militar internacional contra os militantes islâmicos.

A Alemanha vai enviar até 1.200 soldados e aviões de reconhecimento para a Síria para ajudar na luta contra o Estado Islâmico, disse o governo em um comunicado à imprensa.

O movimento destaca como os ataques em Paris, que mataram 130 pessoas no mês passado, forçaram uma das nações menos militaristas da Europa a reconsiderar a sua participação militar. A Alemanha tem fornecido armas e treinamento militar para combatentes curdos no Iraque, mas agora está Intensificando seus esforços através do envio de tropas e aviões de reconhecimento.

Na semana passada, Hollande viajou para diversos países em busca do que ele chamou de "uma grande e única coalizão" contra o Estado Islâmico, em reuniões com líderes dos EUA, Reino Unido, Alemanha e Rússia.

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O Parlamento alemão ainda terá que aprovar a implementação da missão militar com o uso de tropas, mas o governo está suscetível de obter apoio suficiente, pois a coalizão da chanceler Angela Merkel tem a maioria absoluta.

Alguns legisladores de partidos da oposição de esquerda têm expressado dúvidas sobre o mandato militar na Síria, dizendo que a batalha não pode ser ganha com meios militares.

Em Londres, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, fará um debate na quarta-feira para discutir se o Reino Unido deve participar dos ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria, dizendo que ele acredita que há "apoio crescente" do Parlamento para a ação militar. O debate provavelmente será seguido por uma votação.

A principal oposição Partido Trabalhista disse que vai permitir que seus legisladores votem em relação à sua consciência sobre a questão, fazendo com que o apoio da maioria seja mais provável. Fonte: Dow Jones Newswires.

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