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Mineradora deve resgatar peixes antes da chegada de "onda de lama" ao ES

Na ação, foi solicitado que a mineradora resgatasse os peixes para evitar a morte da fauna aquática em Baixo Guandu, Colatina e Linhares, municípios que são banhados pelo Rio Doce

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Milhares de peixes morreram após rompimento das barragens em Mariana, Minas Gerais Foto: Reprodução/WhatsApp
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Com o objetivo de minimizar os impactos nos municípios capixabas, o Governo do Estado entrou com uma ação cautelar contra a mineradora Samarco na última quarta-feira.

Na ação, foi solicitado que a mineradora resgatasse os peixes para evitar a morte da fauna aquática em Baixo Guandu, Colatina e Linhares, municípios que são banhados pelo Rio Doce.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Rodrigo Júdice, a medida deve ser cumprida antes da lama mais densa atingir as águas capixabas.

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“O resgate da fauna aquática se faz importante porque a onda de lama ainda não chegou, ela deve ser feita por especialistas e o plano de monitoramento que nós cobramos da empresa não foi apresentado”, explica.

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Além do resgate dos animais, a Samarco deve distribuir água potável, monitorar a qualidade da água do Rio Doce e do mar para identificar a presença de contaminantes; disponibilizar aeronave para sobrevoo dos profissionais envolvidos nas ações, disponibilizar uma equipe multidisciplinar para monitorar os impactos na fauna, flora, água e para as pessoas, e emitir laudos técnicos para o Iema com informações que ajudem a minimizar os impactos, inclusive, com avaliações de cenários futuros.

Por meio de nota, a

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 Samarco informou que recebeu o auto de intimação do Iema no último domingo (08) e que está tomando as providências relacionadas no documento para mitigar as consequências geradas com o avanço da pluma de turbidez pelo Rio Doce, no Espírito Santo. A mineradora garantiu que as ações imediatas já foram iniciadas e que as demais estão sendo executadas dentro do prazo estabelecido. A empresa alega que, até o momento, não foi notificada por nenhum descumprimento.

A Samarco ressaltou ainda que a distribuição de água para os municípios de Colatina e Baixo Guandu foi iniciada na segunda (09). Para cumprir as recomendações do documento, a empresa garante que também disponibilizou uma aeronave para sobrevoos na região e está executando, em conjunto com o Iema, um plano de monitoramento envolvendo especialistas a fim de avaliar os impactos da passagem da pluma. Ações integradas com órgãos estaduais e municipais também estão sendo desenvolvidas, segundo a mineradora.

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